Sacos Alvejados para revenda


Blog

16/03/2011 14:38

Fernando Pessoa

 

Posso ter defeitos, viver ansioso
e ficar irritado algumas vezes mas
não esqueço de que minha vida é a
maior empresa do mundo, e posso
evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale
a pena viver apesar de todos os
desafios, incompreensões e períodos
de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor
da própria história. É atravessar
desertos fora de si, mas ser capaz de
encontrar um oásis no recôndito da
sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã
pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios
sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um "não".

É ter segurança para receber uma
crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir
um castelo…

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11/03/2011 18:05

Negócios de moda Pernambucana

11ª Rodada de Negócios de Moda Pernambucana acontecerá de 16 a 18 de agosto em Caruaru (PE)

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09 de março de 2011

Entre os dias 16 a 18 de março de 2011, 120 indústrias de confecções de 12 municípios de Pernambuco especializadas em moda feminina, infantil, íntima, jeans, moda masculina, praia, fitness, surf e streetwear, participarão da 11ª Rodada de Negócios da Moda Pernambucana. O evento acontecerá no Shopping Difusora em Caruaru.


Quem realiza a Rodada de Negócios é a Associação Comercial e Industrial de Caruaru (ACIC), através da sua Câmara Setorial da Moda e com apoio da FACEP (Federação das Associações Comerciais do Estado de Pernambuco), SEBRAE, Governo de Pernambuco, através da sua Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), Sindivest, Prefeitura Municipal de Caruaru, além das associações comerciais de Santa Cruz do Capibaribe, Surubim e Toritama. A coordenação geral do evento é da J&B Consultores.


Fonte: Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (ACIC)

Jornalista responsável pela publicação da matéria no site Guia Têxtil: Liliani Bento (DRT-817) / New Age Comunicação
 

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11/03/2011 12:49

Preço do Algodão não vai Baixar

 

Porque o preço do algodão não vai abaixar

Por Dr. A. Cleveland O.
Professor Emérito da Universidade Estadual do Mississippi
Para a Bayer CropScience
 
Os preços do algodão têm apresentado a mais fantástica alta da história, tendo aumentado mais de 100 por cento em menos de seis meses. Enquanto os preços estão acima de seu recorde de 157,23, a alta permanecerá forte e aquecida em 2012, com grandes possibilidades de se manter em 2013. A nova safra de Dezembro (Dezembro de 2011) continuará acima do patamar de um dólar e pode chegar a um dólar e mais centavos.

De volta a Rússia em 1970, quando ela teve a decisão política de aumentar a dieta da população. Em 1973, o país sofreu a maior queda da cultura do trigo de sua história. Precisando do alimento para manter a política da dieta do país, enviaram representantes aos USA e em um final de semana compraram uma grande quantidade de trigo dos USA. Quando a bolsa abriu na segunda feira pela manhã ninguém entendeu porque os preços subiram para o seu ápice – e lá continuou por vários dias. Então os negociadores notaram que os compradores russos compraram toda a oferta de trigo americano. Após muito tumulto, o trigo saltou de US$ 2,50 para acima de US$ 6,00. Outros itens tiveram um pequeno aumento mas o trigo era a única comoditie com déficit de produção. Também a situação de oferta / demanda foi resolvida e o preço voltou a seu patamar habitual. Nessa época a Rússia queria alimentar a 130 milhões de pessoas.

Chegamos a 2000 e agora a China e a Índia tomaram a decisão política de aumentar a dieta das pessoas. Os chineses escolheram a carne de porco e os indianos as aves – lembramos que os animais precisam de grãos. Esses dois países estavam se alimentando bem a mais de 1 bilhão de pessoas – 10 vezes mais que a Rússia em 1973. Nesse processo, a China se tornou o maior importador do mundo de milho e soja (eles já eram o maior importador de algodão). Mais adiante os USA, em uma decisão política de usar o milho para produzir etanol. Em meados dos anos 2000 também enxergaram significantes desastres nas culturas de oleaginosas e trigo (Europa e Austrália, respectivamente). Assim, o mundo estava a beira de um colapso de alimentos pelo ano de 2005. A demanda de oleaginosas, grãos para ração e para alimentação saltou para bem acima da oferta e os preços dispararam. Ainda, o algodão está com a mais alta demanda nos registros. Os preços se moveram rapidamente em favor dos grãos e oleaginosas, deixando cair a área de plantio do algodão.

O mundo não está mais a beira de um colapso nos alimentos, mas as fontes continuam a se esgotar. O mundo tem utilizado o seu excedente de algodão – e ainda levará 5 anos para fazê-lo. Tudo isso diz que a economia funciona. Os fornecedores de algodão usam o mercado para equiparar com os grãos e as oleaginosas. Mais especificamente, os preços entre as diversas culturas devem voltar aos originalmente praticados. Isso é o que provoca o overprice no algodão. Ainda a oferta mundial de algodão não se recompõe em 1 ano, como também o estoque de oleaginosas e grãos como estão hoje. O algodão está agora em um ciclo competitivo de plantio e permanecerá assim por no mínimo 2 anos e especificamente até todas as comodities se recomporem.

O próximo passo será a utilização de novas áreas para produção – o que tem de sobra. Ainda, isso levará de 5 a 10 anos. Enquanto isso o algodão continuará seu ciclo de alta e ainda veremos por vários meses a escalada mágica de seu preço em US$.


 

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02/03/2011 17:48

ALGODÃO/CEPEA

ALGODÃO/CEPEA: Quedas externas não impedem novas altas no Brasil
Publicado em: 02/03/2011 12h00

Cepea, 2 – A comercialização de algodão continua lenta no mercado brasileiro, conforme pesquisas do Cepea. Na semana passada, houve influência das fortes quedas no mercado externo. As instabilidades política e econômica no Oriente Médio e Norte da África tornam agentes apreensivos quanto aos impactos nas transações internacionais. Mesmo assim, no Brasil, as cotações registraram ligeiras altas, devido, principalmente, à postura firme de produtores, segundo pesquisadores do Cepea. Entre 22 de fevereiro e 1º de março, o Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento 8 dias subiu 0,35%, fechando a terça-feira a R$ 3,9877/lp. No mês, o Indicador subiu 11,25%. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

 

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01/03/2011 15:28

Barreira Argentina ameaça Polo Têxtil

Barreira Argentina ameaça Polo Têxtil

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21 de fevereiro de 2011

A Argentina impôs novas barreiras às importações para produtos brasileiros que vão afetar diretamente e causar grande prejuízo à indústria têxtil da RPT (Região do Polo Têxtil). O anúncio com 200 novos itens afetados pelo sistema de LNA (licenças não automáticas) foi feito na última quinta-feira (17) pelo Ministério da Indústria da Argentina e inclui uma lista de 28 novos produtos têxteis e confeccionais, grande parte deles produzida na região de Americana. O presidente do Sinditêxtil (Sindicato das Indústrias Têxteis do Estado de São Paulo), Alfredo Emílio Bonduki, calcula um prejuízo anual de US$ 25 milhões com a medida. Ele explicou que a medida vai afetar 6% das exportações brasileiras de produtos têxteis para a Argentina e o anúncio das barreiras comerciais está causando grande preocupação no empresariado do setor.


Bonduki acrescentou que, com as medidas, agora precisarão obter licenças produtos como tecidos planos, fios sintéticos, malha de fios coloridos, fios retorcidos, fios de filamentos sintéticos e outros todos produzidos por indústrias da região. Bonduki exemplificou o tecido plano, onde mais de 40% da produção brasileira é proveniente da RPT. Ele acrescentou que as barreiras foram impostas há dois dias de uma reunião que vai ocorrer entre os governos dos dois países, em Buenos Aires, e defende que as novas barreiras comerciais devem abrir a pauta da reunião. A listagem passa a vigorar a partir de 7 de março.

Bonduki avaliou que as barreiras foram impostas em péssimo momento para a indústria têxtil, que já estava enfrentando dificuldades desde novembro, com o aumento da matéria-prima, como o algodão que provocou a descapitalização da indústria e uma dificuldade nesse momento, além da questão cambial que vem caindo. O presidente do Sinditêxtil acrescentou que trabalham com fator moda e o tempo de entrega influencia diretamente no caso. Ele afirmou que o tempo para obter licenças de importação estabelecido pela OMC (Organização Mundial do Comércio) é de até 60 dias, mas a Argentina atrasa o procedimento e não cumpre o prazo, que demora até 180 dias. "Eles seguram de propósito, principalmente se tiver algum afetado local", explicou.

Esses produtos, como tecidos planos, não tinham licenciamento e a preocupação do Sinditêxtil é que a Argentina era o maior importador de tecidos brasileiros. Algumas empresas já tinham prospecção de negócios e produtos para acabamento prontos para serem despachados e isso deverá ficar parado na fronteira.


Fonte: O Liberal

Jornalista responsável pela publicação da matéria no site Guia Têxtil: Liliani Bento (DRT-817) / New Age Comunicação

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01/03/2011 14:58

setor da area têxtil sente a alta do algodão

 

Fonte:|valoronline.com.br|

A alta da cotação internacional do algodão, que soma 270% nos últimos 12 meses, começa a trazer reflexos para a indústria têxtil nacional. Depois de um início de 2010 com forte ritmo de produção, o sentimento é que 2011 começa com o freio de mão puxado nas encomendas para o varejo. Reajustes nas tabelas de preços que se concentraram em dezembro e janeiro - em alguns casos, os produtos tiveram aumento de 40% - influenciaram o cenário.

Depois de um 2010 com crescimento de 16% no faturamento, o que representou R$ 196 milhões em vendas, a Lepper, de Joinville, começa 2011 ponderando planos de investimento. "Toda a novidade leva a uma reflexão", diz Gabriela Loyola, vice-presidente da companhia. A Lepper aplicou reajustes na tabela de preços em dezembro e janeiro. "O algodão sobe todo o dia", explica Gabriela.

"Janeiro e fevereiro foram bem freados. Ninguém quer aumentar os preços no seu ponto de venda", avalia Gabriela. Para este ano, a previsão da Lepper é crescer 15% em volume de vendas.

Para a Altemburg, os repasses de preço do algodão começaram este ano. Segundo Gláucio Gil de Souza Braga, diretor comercial da empresa com sede em Blumenau, os aumentos têm sido feitos de forma gradativa para não assustar o varejo. "Os clientes absorveram bem os aumentos e vamos fechar o primeiro trimestre dentro dos objetivos de crescimento", diz. Segundo Braga, a carteira de pedidos para março já assegura o cumprimento de metas para o período. "Apesar das altas, não reduzimos nosso orçamento nem previsão de receita", disse.

Para o presidente do Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau (Sintex), Ulrich Kuhn, apesar do preço do algodão, o ano deve continuar normalmente para o setor. "Temos um começo de ano mais represado se compararmos com 2010, mas o ano passado foi muito aquecido", avalia. Para Kuhn, a grande dúvida é como o consumidor vai reagir aos repasses dos valores, que começaram em janeiro. O preço do quilo da fibra do algodão passou de R$ 2,50, em fevereiro de 2010, para cerca de R$ 7,50 em fevereiro deste ano, segundo cálculos do Sintex.

O aumento no número de empregos tem sido favorável para a Flexiv, empresa paranaense especializada em móveis para escritório. Se 2009 foi um ano de queda nas vendas e 2010 de recuperação, o que se viu no primeiro bimestre de 2011 foi crescimento na demanda, informa o sócio Ronaldo Duschenes, que atingiu a meta prevista para janeiro e fevereiro e projeta alta de 20% nas receitas.

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01/03/2011 01:21

Texteis temem desmonte do setor

Fonte : [ diário do comércio ]

As confecções de vestuário – produtos acabados – tiveram redução de 12,3% nas exportações, enquanto as importações subiram 71%, na mesma

 

comparação.
Sergio Leopoldo Rodrigues - 28/2/2011 - 22h20


A indústria têxtil nacional alerta: real valorizado aumenta as importações de produtos acabados da Ásia e ameaça 'desindustrializar' a cadeia têxtil, além de gerar empregos fora e reduzir criação de vagas de trabalho no Brasil, informou Robert Schoueri, membro do Conselho Superior da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Ele recorreu a dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic) para demonstrar que as exportações do setor têxtil, em janeiro deste ano, cresceram 11,1%, em relação a igual período em 2010, enquanto as importações saltaram 36,1%. Além disso, as confecções de vestuário – produtos acabados – tiveram redução de 12,3% nas exportações, enquanto as importações subiram 71%, na mesma comparação.

No mercado interno, Schoueri citou dados de vendas e produção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que registram alta de 16,6% no volume de vendas em 2010, enquanto a indústria têxtil sediada no Brasil cresceu apenas 4,3% no mesmo período. "A diferença foi preenchida pelo aumento das compras externas. Isso explica o crescimento de mais de 36% nas importações da indústria", destacou o empresário, durante a reunião de conjuntura da ACSP.

Outro indicador utilizado por Robert Schoueri foi o do CAGED/MTB que mostra a criação de 6 mil empregos em janeiro de 2011, ante 8,2 mil em janeiro de 2010. Isso representa uma queda de 26,3% na criação de vagas no setor. "Certamente essa queda representou a criação de novos empregos no exterior, notadamente, na Ásia", observou. Ele acrescentou que essas distorções vêm basicamente da valorização do real em relação ao dólar, ocorrida nos últimos anos. "O que é insustentável para o setor industrial nacional, em especial, para o têxtil."

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01/03/2011 01:03

Alta do Algodão

 

Algodão: indicador atinge nova máxima nominal

Os preços do algodão em pluma atingiram nova máxima nominal da série do Cepea, iniciada em 1996. O Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento em 8 dias fechou a R$ 2,9006/lp na terça-feira, 14, alta de 3,38% entre 7 e 14 de dezembro. Os valores foram impulsionados pela menor presença de vendedores no mercado, segundo levantamentos do Cepea. Os negócios estiveram em ritmo lento nos últimos dias. Com a aproximação do fim do ano, boa parte dos agentes entra em recesso, conforme pesquisas do Cepea.

 

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